sexta-feira, 4 de abril de 2008

Uma história de merda

Quem já teve uma dor de barriga, sabe como é... esta é uma simples história que poderia ter acontecido contigo...
Aeroporto de Lisboa, 15h30m
Tenho um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma cagadela não aliviasse. Mas, atrasado para apanhar o autocarro que me levaria para o aeroporto, do outro lado da cidade,de onde partiria o voo para Estocolmo, resolvi segurar as pontas "Afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem. Ao chegar lá, tenho tempo de sobra para dar uma cagadela tranquilo".
O avião só sairia as 16h30m. Entrei no autocarro, sem sanitários, senti a primeira contracção e tomei consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no wc do aeroporto. Virei-me para o meu amigo que me acompanhava e, subtilmente, disse-lhe:
"Fogo, mal posso esperar para chegar ao aeroporto porque preciso largar a farinheira."
Nesse momento, senti o cagalhão a beliscar as minhas cuecas, mas pus a força de vontade a trabalhar e segurei a onda.
O autocarro nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz disse pelo altifalante:
"Senhoras e senhores, devido ao muito trânsito, a nossa viagem até ao aeroporto levará cerca de 1 hora".
Aí o cagalhão ficou maluco e tentou sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o comboio de merda. Suava em bicas. O meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para gozar comigo.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que, pelo menos por enquanto, as coisas tinham-se acomodado por ali. Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar numa casa de banho com uma sanita, tão branca e tão limpa que daria para almoçar nela! E o papel higiénico então: era branco e macio e com textura e perfume e...oops!
Senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do autocarro e percebi consternado que havia cagado. Um cocó sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na sanita, tão perfeita obra! Daria até para a expor no CCB! Mas, sem dúvida, não neste caso. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei-lhe de modo muito sério:
"Olha, caguei- me."
Quando o meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a ficar no centro da cidade, onde o autocarro faria escala a meio da viagem, e que me limpasse em algum lugar. Mas resolvi que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controlo. "Que se lixe, limpo-me no aeroporto," - pensei - "pior do que estou não fico".
Mal o autocarro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar, e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e lambuzando o cu, cuecas, barra da camisa, pernas, calças, meias e pés.
Logo a seguir, mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fofo do freguês ao sair rumo à liberdade. E, no instante seguinte, um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar...afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado?? Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e eu caguei-me pela quarta vez.
Lembrei-me de um amigo que, certa vez, estava com tanta caganeira que resolveu pôr um penso higiénico nas cuecas, mas colocou-o com as linhas adesivas viradas para cima e, quando quis tirá-lo, levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeira.
Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse a minha mala na bagageira do autocarro e a levasse aos sanitários do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri para a casa de banho e entrando de porta em porta, constatei a falta de papel higiénico em todas as cinco portas. Olhei para cima e blasfemei:
"Agora chega, Pá!!"
Entrei na última porta, mesmo sem papel, e tirei a roupa toda para analisar a minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela mala da salvação, com roupas limpinhas e cheirosas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Entretanto, o meu amigo entrou na casa de banho cheio de pressa... já tinha feito o "check- in" e disse-me que tinha que ir depressa avisar o voo para esperarem por nós. Mandou por cima da porta o cartão de embarque e a minha maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha-se enganado na mala que eu aguardava e já tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pullover de lã com gola em bico.
A temperatura em Lisboa nesta altura era de aproximadamente 37 graus.
Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.
As minhas cuecas, mandei- as para o lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis, assim como as minhas meias, que mudaram de cor tingidas pela merda. Aos meus sapatos dava-lhes nota 3, numa escala de 1 a 10.
Teria que improvisar. A invenção é filha da necessidade, então transformei uma simples casa de banho pública numa magnífica máquina de lavar.
Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar ao autoclismo até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, calças vestidas do avesso e molhadas da cintura até ao joelho (não exactamente limpas) e o pullover de gola em bico sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam à espera do "rapaz que estava na casa de banho" e atravessei todo o corredor até ao meu assento ao lado do meu amigo que sorria.
A hospedeira aproximou-se e perguntou-me se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir uma gilette para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante, mas decidi não as pedir... e respondi-lhe com uma esforçada cara angélica:
"Nada, obrigado... eu só queria mesmo era esquecer este dia de MERDA!

sábado, 29 de março de 2008

E é com grande prazer...

...que aqui anuncio que fiz a minha reserva do MacBook Pro 17' ^^

http://www.apple.com/pt/macbookpro/

Roam-se ^^

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...



...AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

sexta-feira, 28 de março de 2008

E mais uma vez...

Parece que vocês, meus fieis leitores, estão constantemente a ser esquecidos por mim =X

Vamos ver se agora vou começar a postar LOL (será que agora é mesmo?)

Vou ver se arranjo tempo para escrever nesta pobre imitaçao de blog.

************ ^^

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Eish, tinha-me esquecido totalmente disto =X

Como devem ter reparado passou-se algum (muito) tempo desde a ultima vez que escrevi aqui.

Peço mil perdões a todos aqueles que lêm o meu blog - Desculpa Alex - e deixo promessas de que vou voltar a escrever aqui e noutros sitios da vasta internet.

Mais uma vez desculpem-me, prometo que não volta a acontecer.

Beijinhos ^^

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

terça-feira, 14 de agosto de 2007

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

300


Adolescente embriagado mata de pânico 300 galinhas
Trezentas galinhas morreram de pânico quando um adolescente embriagado embateu a sua carrinha contra o galinheiro, divulgou a polícia de Kassel, na Alemanha


«Aparentemente, algumas das galinhas estavam tão desesperadas para fugir que chocaram contra as paredes e morreram», afirmou o porta-voz da polícia de Kassel. «Outras morreram de ataque de coração».

O adolescente, de 17 anos e natural da cidade, embateu contra o galinheiro enquanto conduzia uma carrinha sob o efeito do álcool. O jovem já foi detido.

O aviário continha cerca de 1000 pássaros.

SOL com Reuters

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

terça-feira, 7 de agosto de 2007

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Imagem do Dia ^^



Epah, a julgar pelo chapeu eu diria que este não se safa.

terça-feira, 31 de julho de 2007

McDONALDS APPLICATION

This is an actual job application a 17-year-old boy submitted at a McDonald's fast-food establishment in Florida – and they hired him because he was so honest and funny!

NAME: Greg Bulmash

SEX: Not yet. Still waiting for the right person.

DESIRED POSITION: Company's President or Vice President. But seriously, whatever's available. If I were in a position to be picky, I wouldn't be applying here in the first place.

DESIRED SALARY: $185,000 a year plus stock options and a Michael Ovitz style severance package. If that's not possible, make an offer and we can haggle.

EDUCATION: Yes.

LAST POSITION HELD: Target for middle management hostility.

SALARY: Less than I'm worth.

MOST NOTABLE ACHIEVEMENT: My incredible collection of stolen pens and post-it notes.

REASON FOR LEAVING: It sucked.

HOURS AVAILABLE TO WORK: Any.

PREFERRED HOURS: 1:30-3:30 p.m., Monday, Tuesday, and Thursday.

DO YOU HAVE ANY SPECIAL SKILLS?

Yes, but they're better suited to a more intimate environment.

MAY WE CONTACT YOUR CURRENT EMPLOYER? If I had one, would I be here?

DO YOU HAVE ANY PHYSICAL CONDITIONS THAT WOULD PROHIBIT YOU FROM LIFTING UP TO 50 LBS? Of what?

DO YOU HAVE A CAR?

I think the more appropriate question here would be "Do you have a car that runs?"

HAVE YOU RECEIVED ANY SPECIAL AWARDS OR RECOGNITION?

I may already be a winner of the Publishers Clearing house Sweepstakes.

DO YOU SMOKE?

On the job no, on my breaks yes.

WHAT WOULD YOU LIKE TO BE DOING IN FIVE YEARS?

Living in the Bahamas with a fabulously wealthy dumb sexy blonde super model who thinks I'm the greatest thing since sliced bread. Actually, I'd like to be doing that now.

DO YOU CERTIFY THAT THE ABOVE IS TRUE AND COMPLETE TO THE BEST OF YOUR KNOWLEDGE?

Yes – Absolutely.

SIGN HERE: Aries.

Annoying Things To Do On An Elevator ^^

1) CRACK open your briefcase or handbag, peer Inside and ask "Got enough air in there?"
2) STAND silent and motionless in the corner facing the wall without getting off.
3) WHEN arriving at your floor, grunt and strain to yank the doors open, then act as if you're embarrassed when they open themselves.
4) GREET everyone with a warm handshake and ask him or her to call you Admiral.
5) MEOW occasionally.
6) STARE At another passenger for a while. Then announce in horror: "You're one of THEM" - and back away slowly
7) SAY -DING at each floor.
8) SAY "I wonder what all these do?" And push all the red buttons.
9) MAKE explosion noises when anyone presses a button.
10) STARE, grinning at another passenger for a while, then announce: "I have new socks on."
11) WHEN the elevator is silent, look around and ask: "Is that your beeper?"
12) TRY to make personal calls on the emergency phone.
13) DRAW a little square on the floor with chalk and announce to the other passengers: "This is my personal space."
14) WHEN there's only one other person in the elevator, tap them on the shoulder, then pretend it wasn't you.
15) PUSH the buttons and pretend they give you a shock. Smile, and go back for more.
16) ASK if you can push the button for other people but push the wrong ones.
17) HOLD the doors open and say you're waiting for your friend. After a while, let the doors close and say "Hi Greg, How's your day been?"
18) DROP a pen and wail until someone reaches to help pick it up, then scream: "That's mine!"
19) BRING a camera and take pictures of everyone in the lift.
20) PRETEND you're a flight attendant and review emergency procedures and exits with the Passengers.
21) SWAT at flies that don't exist.
22) CALL out "Group hug" then enforce it.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

domingo, 29 de julho de 2007

Miudo Sobredotado ^^

Um professor de Matemática quis pregar uma partida aos seus alunos e disse-lhes:


- Meninos, aqui vai um problema:

Um avião saiu de Amesterdão com uma velocidade de 800 km/h , à pressão de1.004,5
milibares; a humidade relativa era de 66% e a temperatura 20,4 graus C.


A tripulação era composta por 5 pessoas, a capacidade era de 45 assentos para
passageiros, a casa-de-banho estava ocupada e ainda havia mais 5 hospedeiras (mas uma estava de folga).

A pergunta é...
Quantos anos eu tenho?

Os alunos ficam assombrados. O silencio é total.

Então o Joãozinho, lá no fundo da sala e sem levantar a mão, diz prontamente:
- 44 anos, professor!

O professor, muito surpreso, diz:
- Caramba, está certo. Eu tenho 44 anos. Mas como é que tu adivinhaste?

E o Joãozinho:
- Bem, eu deduzi porque tenho um primo que é meio parvo, e ele tem 22
anos...

quinta-feira, 19 de julho de 2007

terça-feira, 3 de julho de 2007